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Indicadores e relatórios de sustentabilidade
Matéria: Sustentabilidade e Environmental, Social and Governance (ESG)
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Da materialidade à métrica
Relatório útil começa por temas materiais, não por tudo que possui dado. Cada indicador precisa de definição, fronteira, unidade, período, base, método, responsável e comparabilidade. Mudança metodológica deve ser explicada e séries recalculadas quando cabível.
Indicadores de atividade — treinamentos — diferem de resultado — redução de acidente — e impacto. Números absolutos e intensidades devem coexistir. Meta requer linha de base, escopo e plano.
Emissões
Inventário de Gases de Efeito Estufa (GEE) organiza Escopo 1, fontes controladas; Escopo 2, energia adquirida; Escopo 3, cadeia de valor. Dado de atividade multiplica fator de emissão. Fronteira organizacional, método do Escopo 2 e uso de estimativas influenciam.
Redução bruta deve ser separada de compensação. Emissão evitada não é automaticamente deduzida do inventário. Metas precisam distinguir absoluta e intensidade.
Global Reporting Initiative (GRI), International Sustainability Standards Board (ISSB) e relato integrado
GRI usa padrões Universais, Setoriais e Temáticos para impactos sobre economia, ambiente e pessoas. International Financial Reporting Standards (IFRS) S1 divulga riscos/oportunidades financeiros de sustentabilidade; IFRS S2 aprofunda clima. Ambas organizam governança, estratégia, riscos, métricas e metas na perspectiva do investidor.
Relato integrado explica como estratégia, governança, desempenho e capitais criam valor ao longo do tempo. Um relatório pode combinar referências, declarando critérios e índices de conteúdo.
Qualidade e asseguração
Informação deve ser equilibrada, comparável, precisa, tempestiva, clara e verificável. Selecionar somente casos positivos gera viés. Controles de coleta, aprovação, consolidação e evidência sustentam asseguração limitada ou razoável conforme escopo.
Conectividade
Risco descrito precisa aparecer em estratégia, meta, investimento e demonstrações quando material. Cenário climático sem impacto decisório é narrativa desconectada. Relatório é saída de governança e gestão, não campanha.
Referências oficiais
Indicador de acidentes “zero” requer informar escopo de empregados e terceiros, horas, critérios e gravidade. Sem isso, organizações de tamanhos diferentes parecem comparáveis e terceirização pode melhorar artificialmente o número.
Editais e provas relacionados
O levantamento mestre aponta este eixo de estudo nos concursos abaixo. A prioridade e o cargo vêm do levantamento; os links levam aos materiais locais mais recentes disponíveis, com o ciclo identificado.
| Organização | Prioridade | Cargo/ênfase de referência | Edital | Prova de referência | Gabarito |
|---|---|---|---|---|---|
| Petrobras Transporte S.A. (Transpetro) | P0 | Processo Seletivo Público (PSP) Terra/Nível Superior 2026.4 — Administração | edital — 2026 | prova — 2023 | gabarito — 2023 |
| NAV Brasil Serviços de Navegação Aérea S.A. (NAV Brasil) | P1 | Concurso 01/2026 — Analista de Gestão | edital — 2026 | prova — 2026 | gabarito — 2026 |
| Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) | P1 | Seleção 2024 — Analista/Administração | edital — 2024 | prova — 2024 | gabarito — 2024 |
| Empresa de Pesquisa Energética (EPE) | P1 | Concurso 2024 — Analista de Gestão Corporativa | edital — 2024 | prova — 2024 | gabarito — 2024 |
| Comissão de Valores Mobiliários (CVM) | P1 | Concurso 2024 — Analista/Gestão (perfil 5) | edital — 2024 | prova — 2024 | gabarito — 2024 |
| Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA) | P2 | Concurso 001/2025 — Analista de Gestão Corporativa/Administração Geral | edital — 2025 | prova — 2025 | gabarito — 2017 |
| Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil S.A. (TBG) | P1 | Processo Seletivo Público (PSP) 2023 — Analista Júnior/Gestão | edital — 2023 | prova — 2023 | gabarito — 2023 |
A tabela indica onde procurar a incidência do eixo, não que toda prova contenha questão de cada subtópico.